Mary Kay premia consultoras com 29 carros cor-de-rosa

 

Como forma de reconhecimento pelo desempenho nas vendas em 2007, a empresa americana de vendas diretas Mary Kay premiou no Brasil 29 consultoras com o chamado “troféu sobre rodas”, o direito de usar o carro cor-de-rosa da marca. A premiação recorde no País fez com que a Mary Kay iniciasse 2008 com um total de 44 carros cor-de-rosa pelas ruas do Brasil, sendo 2 deles do modelo Toyota Corolla, das Diretoras Nacionais de Vendas Independentes, e 42 do modelo Astra, das Diretoras de Vendas Independentes.



Escrito por Diego Maia às 15h52
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Transsen tem novo diretor-presidente

 

Há quatro anos na empresa, executivo integrou equipe que elevou vendas em 120% e conduziu marca à liderança do setor de equipamentos solares

 

 

 

Maior empresa do Brasil no setor de equipamentos solares para banho e piscina, a Transsen tem um novo presidente, o executivo Edson Pereira (foto), que assumiu oficialmente nos últimos dias. Pereira ocupava o cargo de diretor comercial havia cerca de quatro anos e substitui Susana Cintra no comando da Transsen Aquecedor Solar. Cintra assumiu o comando da ‘holding’ Grupo Transsen, cujo formato será anunciado nos próximos dias e conta com outras três novas empresas, nas áreas de transportes, finanças e tubos e conexões, além do Instituto Susana Cintra, de Responsabilidade Social.

 

Aos 44 anos de idade, Edson Pereira é formado em Direito e pós-graduado em Gestão Empresarial. Antes de chegar à Transsen, passou por empresas de varejo nas áreas de alimentos e bebidas e calçados. O novo presidente integra um grupo de profissionais que, unido à executiva Susana Cintra, obteve crescimento da ordem de 120% para as vendas de equipamentos solares da Transsen no período 2003 - 2007. Com isso, a Transsen tornou-se a maior fabricante de equipamentos solares do Brasil.



Escrito por Diego Maia às 15h49
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KIBON INVESTE R$ 10 MILHÕES EM PROMOÇÃO DEDICADA AS MÃES BRASILEIRAS

 

A Kibon, líder do segmento de sorvetes, investe R$ 10 milhões para comunicar a nova linha de sorvetes em pote 2 litros com 70% de leite em sua formulação. A empresa ainda realiza uma mega promoção que premiará os diferentes estilos de mães com conjuntos de prêmios direcionados a cada perfil. O segmento de potes é o que mais cresceu no país em 2007 (20% em relação ao ano anterior). A Kibon detém 49% de participação de mercado de sorvetes em potes no Brasil. (Fonte AC/ Nielsen 07).



Escrito por Diego Maia às 15h07
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EXTRA-EXTRA, POST ESPECIAL!

 

Justiça do Trabalho reconhece vínculo de operadores de telemarketing em empresas de telefonia

 

Recentes decisões consideram ilícitas as terceirizações do serviço de telefonia

 

Decisões recentes do Tribunal Superior do Trabalho (TST) vêm reconhecendo o vínculo empregatício dos operadores de telemarketing e as empresas de telefonia. A terceirização de empregados do call center está sendo considerada ilícita pelos juízes trabalhistas, para quem, segundo a lei, esse arranjo não pode ocorrer, já que o trabalho dos operadores é vinculado à atividade-fim da empresa. Essa decisão pode gerar uma avalanche de ações na Justiça do Trabalho, pois atualmente são 750 mil operadores em todo país, segundo a ABT – Associação Brasileira de Telesserviços.

 

“A posição do Tribunal Superior do Trabalho é correta. Terceirização não pode ser utilizada para atividade-fim da empresa, sob pena de ser enquadrada judicialmente como fraude. E, além de todos os direitos decorrentes do vínculo diretamente com a tomadora, os salários devem ser equiparados com os empregados da tomadora, e devem ser aplicados a este novo empregado todos os direitos decorrentes dos Acordos ou Convenções Coletivas de Trabalho”, afirma a advogada trabalhista Crislaine Simões, do escritório Innocenti Advogados Associados.

 

Duas decisões recentes do TST obrigaram duas grandes empresas de telefonia móvel e celular a reconhecer o vínculo de operadores de telemarketing. Em outubro do ano passado, a 4ª Turma do TST manteve decisão que reconheceu a existência de vínculo de emprego de uma empresa de call center diretamente com a Telemar Norte Leste. A Justiça do Trabalho da 3ª Região (Minas Gerais) havia considerado ilícita a terceirização desse tipo de serviço, vinculado à atividade-fim da empresa de telefonia.

 

Nesse início de 2008, A TIM Nordeste está obrigada a reconhecer o vínculo de emprego com um operador de telemarketing contratado por uma empresa terceirizada. A decisão da Justiça do Trabalho da 3ª Região foi confirmada pela 7ª Turma do TST.

 

A advogada esclarece que as decisões evitam fraudes na terceirização. “Ela pode ser utilizada para serviços de vigilância, limpeza, portaria. O que já não ocorre com atividades como o auxílio à lista telefônica e demais serviços oriundos da empresa de telecomunicação, que não possibilitam a terceirização. Ainda mais quando o empregado terceirizado realiza as mesmas atividades do empregado contratado diretamente pela tomadora. Terceirizar serviço de telefonia é considerado fraude”, explica Crislaine.



Escrito por Diego Maia às 18h41
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Starbucks atinge a marca de 1 milhão de clientes

no primeiro ano de atividades no Brasil

 

Operação no Brasil é líder em transações diárias entre as Starbucks da América Latina

 

A Starbucks Brasil encerrou o ano de 2007 com mais de um milhão de clientes atendidos nas lojas da rede em São Paulo. O balanço das operações, entre a inauguração da primeira loja em dezembro de 2006 até a abertura da oitava unidade, em Dezembro de 2007, confirma também que a Starbucks brasileira é a primeira colocada no ranking de transações diárias por loja entre as unidades da Starbucks na América Latina. “Estamos também entre os 10 principais mercados da Starbucks no mundo, considerando as transações diárias”, comemora o Diretor de Operações da Starbucks, Ricardo Carvalheira.

 

Para cada xícara de café espresso doppio vendida, a Starbucks vendeu o equivalente em unidades de pão de queijo. Acompanhamentos criados pela marca exclusivamente para o mercado brasileiro estão entre os líderes de venda, como, por exemplo, o pão de queijo e os muffins salgados. O mesmo vale para um dos carros-chefes da marca, o Blueberry Muffin. Mais de 40 mil unidades deste produto, comercializado também em outros mercados, foram vendidas no Brasil em um ano. “Durante 2007, introduzimos no cardápio quiches, salada e opções em wraps, dando ao nosso cliente opções também para almoço e jantar”, completa Carvalheira.

 

A empresa certificou mais de 270 partners (funcionários) desde a abertura, em Dezembro de 2006. Todos passaram pelo Centro de Treinamento da Starbucks onde se formaram baristas.

 

1° Trimestre / 2008 – A previsão para o primeiro trimestre do ano é a abertura de mais três unidades da Starbucks, duas na Capital e a primeira loja da marca fora da cidade de São Paulo, em Campinas. No total serão 11 lojas da Starbucks no país até o fim de março deste ano. 



Escrito por Diego Maia às 16h04
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Continuação da coluna “Gestor de Vendas”, Jornais Monitor Mercantil

e Monitor São Paulo de 17 de janeiro de 2008.

 

 

ENCARGOS COM SALÁRIO BRASILEIRO SÃO OS FATORES QUE MAIS PESAM NO PREÇO FINAL DE PRODUTOS

 

Ao analisar os custos com matéria-prima, energia e salários, o industrial brasileiro não tem dúvidas: o pagamento da mão-de-obra é o que mais pesa no preço final dos produtos. Este é o resultados de uma pesquisa mundial realizada pela consultoria Grant Thorton International, representada no Brasil pela Terco Grant Thornton. A pesquisa tinha por objetivo checar se há incompatibilidade entre o rápido crescimento da economia global e a sustentabilidade, tendo em vista as discussões sobre o acelerado crescimento global e, também, os principais problemas enfrentados pela indústria de transformação.

O estudo chamado IBR - Grant Thornton International Business Record - ouviu 7.200 empresas de 32 países, incluindo o Brasil (foram ouvidos 150 empresários brasileiros, sendo 100 de São Paulo, 25 de Salvador e 25 do Rio de Janeiro). No geral, a pesquisa diz que os custos com a matéria-prima e com energia causam os maiores impactos nos preços dos produtos, respectivamente 63% e 45% das respostas. No Brasil, no entanto, o maior impacto, dizem os industriais, são os encargos com os salários.

No Brasil, de acordo com o IBR, o fator de maior impacto nos preços é o custo com funcionários, citado por 49% dos entrevistados - número inferior ao de países como Argentina (73%) e Turquia (71%), mas superior à dos Estados Unidos (31%) e Alemanha (33%), entre outros. "Não estamos em primeiro lugar entre os países, mas a percepção das empresas no Brasil é de que o custo da empregabilidade é um fator de grande impacto", explica Wanderlei Costa Ferreira, sócio da Terco Grant Thornton. "Dependendo da métrica utilizada, os gastos com encargos representam de 60% a 100% dos salários."

O custo com a matéria-prima, citado por 63% das indústrias de todo o mundo como uma ameaça aos preços dos produtos industrializados, foi lembrada por 42% dos brasileiros.

Já o número de respostas dos brasileiros para o valor pago pela energia é um dos mais baixos da pesquisa - apenas 23%. Fica acima apenas da Austrália, onde a energia foi lembrada por 18%. Vale lembrar que os dois países são auto-suficientes em energia. Na outra ponta, Filipinas (68%), Botswana (65%) e Alemanha (58%). De acordo com a Grant Thorton International, os negócios dos dois grupos são parecidos, pois os países têm uma mistura de serviços e indústria, o que sugere que são fatores locais que fazem com que a energia cause maior ou menor impacto nos preços finais.

Para diminuir os custos com energia e, ao mesmo tempo contribuir para diminuir o aquecimento global, empresas de todo o mundo estão tentando mudar seus hábitos. A pesquisa da Grant Thorton International mostra que 58% das indústrias estão tentando usar menos eletricidade. Até agora, 59% das empresas já conseguiram reduzir o consumo.

Um dos métodos usados por 60% das indústrias entrevistadas para economizar energia é o desligamento automático de máquinas, computadores e equipamentos elétricos em geral quando eles não estão sendo usados. Já 20% das indústrias estão procurando fontes de energia alternativas. Outras medidas citadas são detectores de movimento - assim não é necessário acender todas as lâmpadas - e investimentos em plantas e em maquinários que usem menos energia.

Apesar de o Brasil não citar custos com energia como o principal problema, é o país que mais tem investido em equipamentos para economizar. Enquanto 44% dos pesquisados globais estão preocupados em fazer essa economia, 66% dos brasileiros garantem estar investindo em equipamentos para reduzir gastos com energia.

No ranking que mostra como os países estão se preparando para um futuro aumento de preços por causa dos gastos com energia, o Brasil é o segundo colocado mostrando que o empresariado está realmente empenhado em reduzir o uso de energia. Dos quatro primeiros colocados, três são asiáticos: Filipinas, que é a primeira colocada, China e Malásia. Entre os países europeus, a Alemanha é a melhor colocada, em quinto lugar.



Escrito por Diego Maia às 17h37
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 A CULTURA DA SURPRESA

A empresa de bebidas “Out of the Box” de Cingapura perguntou aos consumidores: “o que vocês gostariam de beber?”. A resposta em grande parte dos casos foi “Anything” e “Whatever”! Em outras palavras, as bebidas são todas muito parecidas, me dê alguma coisa para beber e pronto! A empresa não teve dúvida, e criou as duas marcas ANYTHING e WHATEVER.

Cada uma das bebidas possui seis sabores. A surpresa? Os consumidores não sabem qual sabor compraram até darem o primeiro gole. As latas não marcam o sabor da bebida e os ingredientes apresentados se limitam a especificações genéricas.


O efeito viral que o produto gerou é enorme, com os jovens falando e comentando nos principais fóruns e comunidades virtuais do país. O que eles comentam? Sobre a surpresa na hora de beber o produto!
Qual produto? Tanto faz...



Escrito por Diego Maia às 18h33
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CDPV e UVA fecham parceria

e lançam novos cursos de gestão

 

 

 

Eu representei o CDPV – Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas na celebração de um acordo de cooperação inédito com a UVA – Universidade Veiga de Almeida, uma das mais tradicionais instituições de ensino superior do Brasil. O convênio tem o objetivo de desenvolver diversos projetos para agregar valor aos alunos das duas instituições.

 

Na foto José Roberto Lages, Coordenador da UVA, este colunista (de preto) apertando a mão do reitor Mário Veiga de Almeida Junior e Antônio Augusto Magaldi,

Pró-Reitor Comunitário.

 

MBA’s “Gestão Estratégica de Vendas” e

“Gestão Estratégica de Varejo” iniciam parceria

 

“Esta aliança é muito promissora, acreditamos que o CDPV será um grande parceiro”, afirmou o reitor.

 

Em abril, CDPV e UVA iniciarão as turmas de dois novos cursos de MBA. O ‘Gestão Estratégica de Vendas’ é uma necessidade há muito tempo percebida pelo CDPV e atende as sugestões de centenas de líderes de vendas, de diversos ramos e segmentos. Já a ‘Gestão Estratégica de Varejo’ capacitará profissionais do setor varejista que também carecem de conhecimento e preparo.

 

Ambos terão duração de 360 horas (aproximadamente 1 ano e meio) e as aulas serão realizadas no Centro do Rio e futuramente em Macaé e Cabo Frio (região dos Lagos), na capital de São Paulo e em Salvador, capital Baiana. Os cursos priorizarão a prática e terá em seu corpo docente executivos de diversas empresas.

 

Informações detalhadas já podem ser solicitadas pelo e-mail mba@cdpv.com.br .

 

 

Alunos da UVA serão encaminhados ao

mercado de trabalho pelo RH VENDAS

           

A parceria que prevê, dentre outras atividades, cursos de pós-graduação in company para as empresas atendidas pelo CDPV e cursos de extensão à distância. Também como fruto da parceria, a unidade de Recrutamento e Seleção do CDPV, RH Vendas – que contrata mais de 200 profissionais todos os meses - encaminhará alunos de diversos cursos de graduação da UVA para o mercado de trabalho, para programas estágio ou emprego efetivo.  Serão priorizados os cursos de administração, marketing, comunicação social e design de interiores, este último principalmente para atender as empresas varejistas de móveis planejados parceiras do CDPV. A meta é viabilizar estágio e emprego para pelo menos 600 alunos apenas no primeiro semestre de 2008.

 

Diego Maia

diego@cdpv.com.br



Escrito por Diego Maia às 20h28
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Previsto em contrato

 

Vendedor ganha comissão por licitação ganha no INSS

 

A 5ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a decisão que garantiu a um representante de vendas da Itautec Philco o recebimento de comissões por venda feita em licitação no INSS. O vendedor atuou como representante da empresa. Embora em licitações públicas a venda não seja decidida pela capacidade de convencimento do vendedor, e sim pela vitória da melhor proposta apresentada, o contrato de trabalho do vendedor garantia o direito às comissões mesmo nas vendas feitas diretamente pela empresa. O relator do processo foi o ministro Emmanoel Pereira.

 

Na inicial, o trabalhador informou ter sido contratado em 1988 com salário fixo mais comissões, com área determinada de trabalho. Caso um vendedor efetuasse alguma venda ou locação de equipamentos em sua base territorial, mas para instalação em alguma filial na base de outro representante, a comissão era dividida entre os dois.

 

Em 1992, foi enviado pela empresa ao Rio de Janeiro para representá-la numa licitação pública no INSS porque, segundo informou, a representante de vendas naquele território não tinha qualificação técnica e conhecimentos específicos sobre vendas para a área pública. A Itautec venceu a licitação para fornecimento de 135 máquinas copiadoras, mas o vendedor não recebeu comissão pela venda. A Itautec, na contestação, alegou que o vendedor não foi responsável pela negociação com o INSS, e participou apenas da entrega da proposta.

 

De acordo com os depoimentos das testemunhas, o vendedor estava de férias à época da licitação, e foi chamado de volta ao trabalho para que participasse do procedimento, já que tinha experiência no assunto. A 15ª Vara do Trabalho de São Paulo deferiu o pedido de 50% das comissões relativas aos equipamentos locados ao INSS e seus reflexos nas demais verbas trabalhistas. A decisão foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (São Paulo).

 

No recurso ao TST, a Itautec insistiu na tese de que a participação do vendedor numa licitação pública é “irrelevante” para a conclusão do contrato administrativo, porque a vitória depende apenas da avaliação da proposta apresentada. O relator, ministro Emmanoel Pereira, observou que, embora esta argumentação fosse válida — as licitações públicas são decididas por uma comissão do órgão licitador, no caso específico havia uma particularidade prevista no contrato de trabalho.

 

O acórdão do TRT paulista esclareceu que o vendedor tinha “garantia da percepção de comissões de vendas, inclusive sobre as diretas, ou sejas, aquelas efetuadas pela própria empresa”.

 

“Deixemos de lado as formalidades conferidas ao procedimento licitatório e nos prendamos à primazia dos fatos”, propôs o relator. O vendedor interrompeu suas férias para participar da licitação, embora este não fosse o objeto de seu trabalho, porque esperava, com base no contrato, receber comissões pela venda.

 

“A empresa não pode distanciar-se do ajuste inicial se durante a execução do contrato de trabalho fez o empregado assumir outras formas de venda”, observou o ministro Emmanoel Pereira. “Portanto, mesmo considerando que a venda fora feita pela própria empresa, porque a presença do vendedor não interfere diretamente na licitação, a comissão é devida, para se evitarem falsas promessas previstas no contrato de trabalho”, concluiu.

 

Fonte: Revista Consultor Jurídico, 17 de dezembro de 2007



Escrito por Diego Maia às 10h51
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EM 2008 VANILLA CAFFÈ AMPLIA REDE DE ATENDIMENTO EM DIFERENTES ESTADOS 

 

Além de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, onde a rede de cafeterias Vanilla Caffè já têm lojas funcionando a todo vapor, a partir de 2008 Belo Horizonte, Brasília, Amazonas e Rio Grande do Sul passarão a contar com as primeiras lojas da rede nos respectivos estados.

 

A expansão em São Paulo também é motivo de comemoração, já que 12 novas lojas localizadas nos bairros de Moema, Vila Olímpia, Tatuapé, Higienópolis, Itaim Bibi, City Lapa, Bela Vista e Jardins, serão inauguradas no início de 2008. No interior do estado está prevista a abertura de uma loja em Taubaté e outra em São José dos Campos.

 

Para Sérgio Freire, sócio da  Fraqueadora, 2007 foi bastante produtivo “Fechamos o ano com 25 unidades do Vanilla Caffè distribuídas em pontos estratégicos, fortalecemos ainda mais nossa marca e conseguimos ir para outros estados, essas são algumas conquistas que nos deixaram muito satisfeitos, e para celebrar tudo isso estamos renovando nosso cardápio com novidades exclusivas, que poderão ser conferidas a partir de janeiro em todas as lojas da rede”.

 

Para os próximos cinco anos os sócios prevêem uma expansão de 100 lojas, e boa parte dessa expansão acontecerá no Rio de Janeiro, onde o Vanilla Caffè inaugurou uma filial do escritório para fechar negócios  e oferecer um suporte diferenciado para os novos empreendedores. “Os cariocas já têm o hábito de se encontrar em cafeterias, mas o mercado ainda é pouco explorado, por isso queremos abrir unidades no Leblon, Ipanema, Barra, Gávea, Copacabana, Centro, Botafogo, Laranjeiras, Niterói, Região Serrana, ou seja, em todo o estado do Rio”, ressalta Sérgio.

 

A rede trabalha com dois formatos de franquias: Store in Store, que é uma loja operando dentro de outro estabelecimento comercial, comporta de quatro a cinco funcionários, e conta com um cardápio mais enxuto. Já a loja de rua, comporta de 11 a 12 funcionários, e tem um tamanho médio de 100 m². 

 



Escrito por Diego Maia às 11h32
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Miolo esgota produção de lançamentos para final de ano

 

 

A Miolo Wine Group já festeja o final do ano antes mesmo de sua chegada. A produção dos espumantes da linha Terranova Brut e Demi-Séc, lançados em 2007, não foi suficiente para atender a forte procura pelos produtos. A empresa já distribuiu para os pontos de venda suas 360 mil garrafas elaboradas dos dois tipos de espumante na Fazenda Ouro Verde, localizada no Vale do São Francisco. Os lançamentos completam a linha de espumantes Terranova, antes representada somente pelo Moscatel, um sucesso de público. A empresa estima comercializar este ano 1,7 milhão de garrafas de espumantes, 30% a mais em relação ao ano passado. Além da linha Terranova, a empresa produz o Miolo Brut, Brut Rosé e o Millésime.



Escrito por Diego Maia às 11h29
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Rede Assai Atacadista chega a Santo André

 

15ª unidade do grupo será inaugurada no próximo sábado, dia 17

 

O Assai Atacadista, um dos maiores distribuidores de gêneros alimentícios do país, inaugurará no próximo dia 17 nova loja em Santo André, ampliando a atuação da rede no ABCD paulista.

De acordo com o Presidente do Conselho Administrativo da rede Assai, Rodolfo Nagai, a cidade foi escolhida devido à sua localização estratégica. “Já possuímos na região a loja de São Bernardo do Campo e a partir dessa nova loja poderemos atender a população da cidade de Santo André e também o público de Mauá, São Caetano, parte do Ipiranga, São Judas e arredores”, explica.

A nova filial será a primeira criada por meio da associação entre o Assai e o Grupo Pão de Açúcar. Localizada na Avenida Visconde de Taunay, 216 (Estação), a loja possui área total de 5.000 m², e 300 vagas no estacionamento.

O empreendimento gerou mais de 500 novos postos de trabalho na cidade e região, entre empregos diretos e indiretos. “Os funcionários passaram por treinamento para assimilarem a filosofia e cultura do grupo. No Assai não fazemos distinção entre empresas ou consumidores finais, nem exigimos filiação ou cobrança de inscrição e anuidade. Todos podem comprar em nossa loja, independentemente do volume de compras. Os consumidores de Santo André e região que nos visitarem serão muito bem-vindos e recebidos com atenção e cordialidade”, diz o Presidente.

O Assai Santo André irá comercializar cerca de 11.000 itens do gênero alimentício de várias marcas, sendo mais de 500 deles da marca própria Assai. Em seu interior a loja dispõe de padaria, açougue, setor de fatiados e mercearia, e nas dependências dispõe ainda de cafeteria, casa lotérica e pastelaria. A filial abrirá diariamente das 7h30 às 22 horas, e aos domingos até às 20 horas.

A loja de Santo André será a 15ª do grupo, que já possui unidades em São Paulo (seis), Guarulhos (duas), Santos, Osasco, São Bernardo do Campo, Jundiaí, Sorocaba e Ribeirão Preto. Todas operam com um sistema de auto-serviço. A empresa ainda conta com uma equipe de venda externa que presta atendimento direto aos clientes que optam por esta modalidade de compra.

            O Assai Atacadista foi fundado em 1974, em São Paulo, e atende restaurantes, pizzarias, pastelarias, padarias, cantinas escolares, buffets, lanchonetes, bares, hotéis, supermercados, lojas de conveniência e outros tipos de negócios.

A expressiva participação do Assai Atacadista no mercado pode ser medida pelos mais de 40 mil m2 de área de vendas, 270 check-outs, 11.500 itens comercializados em cada uma das lojas, média mensal de 1,2 milhão de transações realizadas nos caixas e mais de 3 mil empregos diretos gerados em toda a rede. 



Escrito por Diego Maia às 12h40
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Casas Bahia estréia no Espírito Santo

Rede bate recorde histórico ao inaugurar nove filiais
em um mesmo dia em sete cidades


A estréia da Casas Bahia - líder nacional no setor varejista de eletrodomésticos, eletroeletrônicos e móveis – no estado do Espírito Santo, no próximo dia 10 de dezembro, será histórica para a rede: no mesmo dia e ao mesmo tempo serão inauguradas nove filiais em sete cidades, no único estado do Sudeste onde a rede ainda não possuía  lojas.


As  lojas capixabas ficarão instaladas nas cidades de Linhares, Serra, Colatina, Guarapari, Cachoeiro do Itapemirim , Vila Velha e Cariacica (estas duas últimas com duas filiais cada uma). O quadro de colaboradores nas lojas e no Depósito da rede, localizado na cidade de Serra, pronto para se dedicar totalmente ao freguês capixaba, totaliza mais de mil profissionais.


Estarão presentes ao evento de abertura das filiais o Diretor Executivo da rede, Michael Klein, o Diretor de Lojas, Marcelo Igreja, lideranças políticas locais, demais executivos da empresa, parceiros comerciais além de cantores nacionalmente conhecidos, como as duplas sertanejas Gian & Giovani; Hugo & Tiago, Cesar & Paulinho;  o grupo Terra Samba, a BandaMel, além de artistas regionais.


“Em 55 anos de história é a primeira vez que a Casas Bahia entra em um novo mercado inaugurando nove lojas ao mesmo tempo e no mesmo dia. Isso prova que acreditamos no mercado capixaba e estamos dispostos a oferecer os melhores preços e condições de pagamento, a exemplo do que já fazemos nas demais lojas da rede”, comentou Michael Klein, Diretor Executivo da Casas Bahia.



O dia de inauguração das filiais no Espírito Santo contará com uma logística toda especial: as lojas abrem, todas, às 8h. A primeira a ser visitada pela diretoria da empresa será a de Cariacica, na av. Expedito Garcia, 147, no bairro de Campo Grande. A partir desta, a comitiva se deslocará para as demais cidades e visitará todas as lojas (vide abaixo), encerrando o roteiro em Colatina. “É importante prestigiarmos cada um dos novos colaboradores em todas as cidades, além de receber os novos fregueses  e de estarmos próximos da população local”, ressaltou Klein.


Fundada há 55 anos, a Casas Bahia tem um quadro de 55 mil colaboradores, e conta com 564 lojas distribuídas por 10 estados brasileiros: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Goiás, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Espírito Santo, além do Distrito Federal. A rede projeta faturamento para 2007 da ordem de R$ 12,5 bilhões.



Escrito por Diego Maia às 17h45
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FALTA DE DIÁLOGO ENTRE INDÚSTRIA E VAREJO AINDA PREJUDICA O CONSUMIDOR

 

Maior integração entre representantes dos dois setores ajudaria a reduzir a falta de produtos nas gôndolas e aumentar competitividade das lojas

 

O consumidor vê uma campanha de um produto na TV feita pelo fabricante, mas quando vai à loja não o encontra na prateleira. Ou, seduzido pelo folheto de propaganda com ofertas mais que atraentes, chega ao estabelecimento e tem uma grande decepção, pois o item já está esgotado mesmo antes do final do período promocional. Essas e outras situações são mais corriqueiras do que se imagina e diminuem a lucratividade tanto da indústria quanto do varejo, porque do outro lado do balcão o consumidor não é ingênuo e, com algumas exceções, não faz cerimônia em “trair” a fidelidade que tem ao produto, à marca e principalmente à loja onde não encontrou o item  desejado. 

 

Para o superintendente da ECR Brasil, Cláudio Czapski,  essas situações ocorrem por causa da falta de alinhamento de estratégias e táticas conjuntas entre varejo e fabricantes. Segundo ele, os grandes riscos quando cada um faz suas previsões e planos, sem compartilhá-las com seus parceiros de negócios, são as faltas ou excessos de produtos, especialmente quando se trata de ocasiões especiais que fogem à rotina das lojas, como nos lançamentos de novos produtos, promoções etc. Esse, inclusive, é um dos temas de um conjunto de estudos promovidos pela entidade com vistas a diminuir as rupturas no varejo.

 

“Muitas vezes ações do ponto-de-venda não são comunicadas com antecedência para que a indústria possa ajustar a sua produção e logística. Em outras, existe uma incompatibilidade entre as previsões de entrega da indústria para os centros de distribuição e destes para as lojas. Mas o problema gerado pela falta de sinergia não se limita apenas à produção e entrega dos produtos. A inexistência de planejamento e a não execução de estratégias comuns entre ambos os setores afeta todo um conjunto de ações, pois o varejista terá uma grande dificuldade para preparar a loja de forma adequada em termos de displays a serem utilizados, o número de promotores necessários etc. Essas deficiências certamente refletirão nas vendas”, analisa Czapski.

 

A fim de evitar esses tipos de problemas, de acordo com Czapski, a indústria e varejo precisam se empenhar e montar uma base comum de informações, discutir as expectativas de venda, combinar as ações comerciais e planejar a logística para evitar a falta de produtos nas prateleiras. “O  resultado final é o aumento da lucratividade e a satisfação do consumidor”, ressalta o superintendente da ECR Brasil.



Escrito por Diego Maia às 17h16
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GRUPO BRANCO PERES COMEMORA 50 ANOS

E TRAÇA PLANOS PARA O FUTURO

 

Empresa renomada no segmento de agronegócios

 chega ao meio centenário com números significativos

 

O Grupo Branco Peres – um dos mais fortes no segmento de agronegócios do país – prepara-se para celebrar 50 anos. Fundado em 8 de dezembro de 1957, por Deolindo Branco Peres, a empresa expandiu de maneira significativa e hoje atua nos mercados de cana-de-açúcar, laranja, café e pecuária. Atualmente, o grupo Branco Peres traça metas para o futuro, que incluem uma nova usina de cana-de-açúcar e a coogeração de energia por meio do bagaço de cana-de-açúcar. Além disso, até 2010, a produção de laranjas - que gira em torno de 7 milhões de caixas ao ano -  também deve ser alavancada, chegando a 10 milhões de caixas.

 

A história da empresa teve inicio em Itápolis, interior de São Paulo. Foi lá que Deolindo, com a ajuda de mais dois ajudantes, começou um pequeno negócio com a comercialização de café verde. As vendas prosperaram e hoje o grupo apresenta números que impressionam. A produção de cana fica na casa de 1,5 milhões de toneladas ao ano e 40 milhões de USD de café verde, torrado e solúvel. A pecuária também está incluída nos negócios, com atuação em cria, recria e engorda. O cultivo de todos os itens engloba nada menos que 26.500 hectares no total e emprega 4000 mil colaboradores. Com isso, o grupo Branco Peres abastece o mercado interno, além de exportar para países da Europa, América Latina, Ásia e África.

 

Menina dos olhos O Grupo Branco Peres é detentor da marca Café do Centro – uma das mais tradicionais em cafés especiais e gourmet do país. Com uma cartela de cerca de 3.000 clientes, o Café do Centro pode ser saboreado em restaurantes, cafeterias, bares, etc. No varejo, é encontrado em lojas especializadas, como o empório Santa Luzia, em São Paulo, nas versões torrado e moído. Também possui a versão sache, voltada diretamente para bistrôs, escritórios e pequenos comércios.

 

Ainda sem cafeterias próprias no Brasil, em 2006, a empresa entrou em uma nova fase de expansão, com a inauguração de uma loja própria no centro de Tóquio, no Japão.O projeto Café do Centro Japan é uma parceria da empresa com executivos japoneses e prevê a expansão da rede para todo o continente asiático, incluindo a China. A segunda unidade no Japão, no bairro nobre de Ayoama, também em Tóquio, foi inaugurada em agosto de 2007. E os planos continuam: a expectativa é chegar a 100 unidades na Ásia em um prazo de 10 anos.



Escrito por Diego Maia às 12h00
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