Azeite Gallo lidera o mercado brasileiro

com crescimento de 40% nas vendas

 

Volume comercializado de janeiro a agosto deste ano representa um avanço expressivo em relação ao mesmo período do ano anterior; Grande São Paulo lidera em volume de vendas

 

A tradicional marca portuguesa de azeites Gallo bateu recorde de vendas com a comercialização de mais de 3,4 milhões de litros durante os primeiros oito meses deste ano, índice que representa um crescimento de cerca de 40% em relação ao mesmo período do ano passado, que foi de 2,5 milhões. Com essa performance, Gallo atingiu um market share de 22,3% (A/C Nielsen 2007) no mercado brasileiro e consolidou sua liderança na maioria das regiões do país.

 

A região da Grande São Paulo, por exemplo, lidera o crescimento da marca com um volume registrado em torno de 845 mil de litros vendidos, representando um aumento de 60% em relação a 2006 (537 mil). A performance nas vendas foi também superior nas regiões Centro-Oeste e Sul, com destaque para Minas Gerais, Espírito Santo e Interior do Rio de Janeiro, região que aumentou as vendas em cerca de 50%.

 

Segundo a diretora-geral do Azeite Gallo no Brasil, Rita Bassi (FOTO), este aumento é fruto de uma nova cultura que vem se formando nas mesas brasileiras em torno do consumo de azeite, visto seus benefícios tanto para a culinária quanto para a saúde. A tendência é aumentar cada vez mais este consumo no Brasil, assim como acontece nos países adeptos da dieta mediterrânea, na qual o azeite é um dos protagonistas. "A cultura brasileira sempre viu o azeite como um simples tempero utilizado para realçar o sabor dos alimentos. Ainda falta uma conscientização maior, mas o brasileiro está aprendendo cada vez mais sobre este óleo milenar e confirmando que o sabor e a saudabilidade do azeite são superiores e comprovados", afirma.

 

…continua no post seguinte…

 

 



Escrito por Diego Maia às 16h48
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Embora o Brasil responda por apenas 1% do consumo mundial de azeites, que gira em torno de 3 milhões de toneladas, o país figura como o mais importante mercado internacional da marca de azeites Gallo. Quanto ao balanço anual de vendas de 2006, a expectativa é que o setor tenha superado o índice de 2005, que movimentou R$ 700 milhões, correspondente a 30 milhões de litros.

 

Evolução

 

O crescimento da marca deve-se também ao intenso trabalho de comunicação que vem sendo realizado nas áreas de gastronomia, saúde e responsabilidade social. Entre eles, destacam-se os cursos de gastronomia Gallo, realizados em datas de oportunidade como Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Namorados, entre outros, e já está em sua 8ª edição; o recém-lançado “Azeite Gallo – Alimentando a Cultura”, primeiro projeto de responsabilidade social da marca que consiste numa peça teatral infantil que ensina crianças de 5 a 10 anos a se alimentarem corretamente; e o Simpósio Internacional sobre Alimentação Saudável, no qual a marca é patrocinadora exclusiva e no mês passado foi realizado pelo terceiro ano consecutivo com a presença de profissionais renomados dos principais hospitais do País. Além disso,  o Azeite Gallo tem realizado ações diferenciadas de ponto-de-venda em datas comemorativas e pontuais, especialmente no Rio de Janeiroem São Paulo.


 
História de sucesso

 

 A marca chegou ao país no final da década de 30 e, desde então, tornou-se presença obrigatória na mesa dos apreciadores de um produto de credibilidade e que melhor reflete o que há de mais tradicional na cultura gastronômica portuguesa. Nos últimos anos, depois de expandir a comercialização do produto, o Azeite Gallo, tornou-se líder no Brasil, em Portugal e na Venezuela, além de estar presente em outros 36 países.



Escrito por Diego Maia às 16h44
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Varejo têxtil prevê crescimento de 15% neste Natal

A Abeim (Associação Brasileira do Varejo Têxtil) prevê crescimento de 15% nas vendas deste Natal. A entidade, fundada em agosto de 1999, representa o varejo têxtil de grande superfície, formado pelas principais empresas do segmento de artigos de vestuário e acessórios. O setor é responsável pela distribuição de parcela considerável do volume total produzido pela indústria têxtil nacional.

 

O presidente da Abeim, Sylvio Mandel, lembra que o Natal é a principal data para o varejo têxtil, representando em média de 20% a 25% do total das vendas ao longo do ano. A segunda melhor data é o Dia das Mães.

 

A maior parte dos artigos de confecção e acessórios a ser comercializada neste Natal pelo varejo de grande superfície é proveniente da indústria nacional. Mais de 90% dos itens comercializados pelos associados da Abeim são fornecidos por fabricantes nacionais. "As compras de Natal realizadas pelo varejo de grande superfície sem dúvida deram fôlego às indústrias do País", analisa Mandel.

 

As grandes redes varejistas geram cerca de 100 mil empregos diretos e indiretos, são responsáveis pela formação e aperfeiçoamento de mão-de-obra. Sem estimar os dados, o presidente da Abeim ressalta a importância do setor também nesta época do ano na geração de empregos temporários.

 

O setor também atua no desenvolvimento de produtos no País - sempre em parceria com os fabricantes locais -, contribuindo para inserir a moda brasileira no cenário internacional.

 

A entidade defende a ética nos negócios e é interlocutora do varejo têxtil de grande superfície junto aos órgãos governamentais, entidades de classe e demais representantes do mercado de vestuário.



Escrito por Diego Maia às 10h41
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NOS ÚLTIMOS 2 ANOS 3,8 MILHÕES DE LARES

TORNARAM-SE CONSUMIDORES DE MARCAS PRÓPRIAS

 

 

O consumidor brasileiro opta cada vez mais pelos produtos de marca própria. Prova disso, é uma pesquisa que revela o aumento – de 58%, em 2005, para 67%, em 2007 – do número de domicílios em que os moradores manifestaram ter comprado mercadorias com o nome do próprio estabelecimento ou de uma marca mantida pelo varejista. O aumento de nove pontos porcentuais em apenas dois anos significa que, nesse período, 3,8 milhões de famílias passaram a consumir marca própria em algum momento, alcançando 29,4 milhões de lares. Os dados fazem parte da pesquisa “Hábitos e comportamento do consumidor de marca própria”, da LatinPanel, que mostra a evolução e as tendências do segmento no país, a qual foi divulgada agora há pouco no evento de lançamento oficial da Abmapro – Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização.

 

O levantamento tem como base a pesquisa semanal realizada em todo o país pela LatinPanel, para acompanhar o comportamento de compra das famílias brasileiras. Para isso, os pesquisadores do instituto visitam 8,2 mil lares, que representam 82% da população nacional e mais de 90% do potencial de consumo no país.

 

O estudo revela dados interessantes sobre o comportamento dos consumidores de marca própria e seus perfis. Por exemplo, quem adquire produtos de marca própria nos supermercados chega a gastar 16% a mais do que os que disseram não comprar esse tipo de produto. Na comparação entre as faixas etárias, quem mais compra são as donas de casa com mais de 50 anos, com um porcentual de 36%. Já entre as mais jovens, até 29 anos, a penetração é mais baixa, correspondendo a 16%. 

 

Quanto à classe social, em comparação ao total da população brasileira das classes A e B, observa-se uma maior concentração de compradores de marca própria nesse nicho, com 30%. Por regiões, a Grande São Paulo é a maior consumidora, ao lado da região Sul, que dobrou o porcentual dos que “compram sempre” em relação a 2006.

 

“A marca própria vem ganhando bastante força no país, em função da qualidade e do preço. O objetivo da Abmapro é justamente impulsionar ainda mais o setor, tornando-se uma entidade representativa não só dos vários envolvidos na cadeia produtiva, mas também dos consumidores finais”, afirma Neide Montesano, presidente da Abmapro.   

 

O levantamento da LatinPanel também detecta o grau de satisfação com relação aos produtos de marca própria. Qualidade e preço são os fatores melhor avaliados. Os consumidores das classes A e B, com 72%, e os residentes na região Sul do País, com 81%, são os que consideram as marcas próprias com melhor qualidade. Também na região Sul o preço é considerado ótimo e bom para um maior número de pessoas (80%). Um dado curioso é que apesar das classes D e E serem as que menos consomem mercadorias de marca própria são as que as consideram importante em maior número (23%). As razões para não comprar não estão relacionadas ao preço, já que é indicado por apenas 3% desse grupo de consumidores. As principais são “não encontrar” (51%) ou “não ter conhecimento” (28%).

 

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Escrito por Diego Maia às 19h58
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Já na escala de serviços que o supermercado deve tornar disponível ao cliente, “possuir marcas próprias”, com 22%, ganha de “vender produtos orgânicos”, com 16%, e de “oferecer pratos prontos”, com 14%.

 

O estudo também aponta dados gerais sobre os consumidores. Revela, por exemplo, que as despesas com gêneros de largo consumo correspondem a cerca de 28% do total do gasto médio mensal. Quando o cliente vai às compras no supermercado, os alimentos correspondem a 73% dos produtos, os itens de higiene, 14%, as bebidas, 7%, e limpeza, 6%. A proximidade do estabelecimento está entre os fatores mais importantes para a escolha do canal de compra. Cerca de 22% das donas de casas são “buscadoras” de preço e promoção.

 

Mais dados da pesquisa “Hábitos e

comportamento do consumidor

de marca própria”.

 

 

Perfil de quem compra marcas próprias de vez em quando: 

36% classe C

36% classe D e E

20% das donas de casa com até 29 anos

30% dos lares com 1 ou 2 pessoas

9% casais com filhos adolescentes

 

Perfil de quem raramente adquire marcas próprias:

35% classe C

40% classe D e E

20% das donas de casa são jovens de até 29 anos

30% dos lares com 1 a 2 pessoas

30% lares independentes



Escrito por Diego Maia às 19h57
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SEGURO CONTRA CHUVA É NOVIDADE DA CVC TURISMO EM PARCERIA COM O GOVERNO DO CEARÁ

 

Operadora mantém sua marca de inovação ao lançar aos seus clientes uma novidade que vai conceder pacote turístico gratuito, em qualquer período do ano,

em caso de chuva

 

 

Para quem pretende viajar nesta temporada de verão, a CVC Turismo e o Governo do Ceará oferecem um motivo a mais, e também um incentivo, para os turistas curtirem suas férias nos paradisíacos destinos cearenses.

 

Trata-se do Seguro-Sol Ceará, em que a CVC dará garantias de tempo bom aos turistas que embarcarem para aquela região entre dezembro e janeiro. O viajante compra o pacote para qualquer destino do Ceará e, se chover, terá direito a retornar à localidade quando quiser, inclusive em alta temporada, dentro de um prazo de 24 meses. Isto porque a CVC concederá o mesmo pacote inteiramente grátis – o cliente só pagará taxa de embarque.

 

A gratuidade é válida para pacotes de 7 noites, com embarques entre 1º de dezembro e 31 de janeiro, desde que chova durante dois dias, por mais de duas horas, entre 11h e 16h, quando normalmente os turistas vão às praias. E quando retornar à sua cidade de origem, o cliente deve procurar a loja em que realizou a compra para escolher a data de sua próxima viagem, ou decidi-la posteriormente, desde que faça sua reserva com 90 dias de antecedência do embarque.

 

Para Valter Patriani, presidente da operadora CVC, esta parceria sinaliza a proposta da CVC em contribuir permanentemente com o desenvolvimento e a promoção turística do Brasil, bem como reforça a marca de pioneirismo associada à marca CVC, que ao longo de seus 35 anos de atividades sempre se mantém atenta aos anseios de seu público e às oportunidades de mercado. “Esta iniciativa coloca o Nordeste e o Ceará ainda mais em evidência, principalmente neste período de alta temporada”, acrescenta Patriani.

 

O Seguro-Sol Ceará já começa a ser divulgado nas lojas da CVC em todo o Brasil, a partir de um selo promocional que traz a imagem de um sol estilizado, com traços humanos e sorriso largo, nas cores laranja e amarela.

 

Bismarck Maia, Secretário de Turismo do Ceará, destaca que “agora os turistas poderão viajar para o Ceará com a garantia de bom tempo, e certos de que terão o sol para embelezar a paisagem. E se a chuva cair, convidamos o turista a retornar ao Ceará”, diz.



Escrito por Diego Maia às 19h50
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Universal Pictures tem novo diretor de Venda

 

O executivo Rogério Lima é o novo diretor de Vendas da Universal Pictures. Lima chega à empresa para fortalecer a distribuidora na gestão dos negócios de Rental e Varejo e estruturar uma equipe focada e comprometida com a categoria de DVD, agregando boas práticas ao mercado de New Release, Catálogo e Séries de TV.

Formado em Propaganda e Marketing, Lima atua há 10 anos na área comercial e já trabalhou em empresas como Nestlé, Natura e Warner Home Vídeo.



Escrito por Diego Maia às 19h27
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