Rede Assai Atacadista chega a Santo André
15ª unidade do grupo será inaugurada no próximo sábado, dia 17
O Assai Atacadista, um dos maiores distribuidores de gêneros alimentícios do país, inaugurará no próximo dia 17 nova loja em Santo André, ampliando a atuação da rede no ABCD paulista.
De acordo com o Presidente do Conselho Administrativo da rede Assai, Rodolfo Nagai, a cidade foi escolhida devido à sua localização estratégica. “Já possuímos na região a loja de São Bernardo do Campo e a partir dessa nova loja poderemos atender a população da cidade de Santo André e também o público de Mauá, São Caetano, parte do Ipiranga, São Judas e arredores”, explica.
A nova filial será a primeira criada por meio da associação entre o Assai e o Grupo Pão de Açúcar. Localizada na Avenida Visconde de Taunay, 216 (Estação), a loja possui área total de 5.000 m², e 300 vagas no estacionamento.
O empreendimento gerou mais de 500 novos postos de trabalho na cidade e região, entre empregos diretos e indiretos. “Os funcionários passaram por treinamento para assimilarem a filosofia e cultura do grupo. No Assai não fazemos distinção entre empresas ou consumidores finais, nem exigimos filiação ou cobrança de inscrição e anuidade. Todos podem comprar em nossa loja, independentemente do volume de compras. Os consumidores de Santo André e região que nos visitarem serão muito bem-vindos e recebidos com atenção e cordialidade”, diz o Presidente.
O Assai Santo André irá comercializar cerca de 11.000 itens do gênero alimentício de várias marcas, sendo mais de 500 deles da marca própria Assai. Em seu interior a loja dispõe de padaria, açougue, setor de fatiados e mercearia, e nas dependências dispõe ainda de cafeteria, casa lotérica e pastelaria. A filial abrirá diariamente das 7h30 às 22 horas, e aos domingos até às 20 horas.
A loja de Santo André será a 15ª do grupo, que já possui unidades em São Paulo (seis), Guarulhos (duas), Santos, Osasco, São Bernardo do Campo, Jundiaí, Sorocaba e Ribeirão Preto. Todas operam com um sistema de auto-serviço. A empresa ainda conta com uma equipe de venda externa que presta atendimento direto aos clientes que optam por esta modalidade de compra.
O Assai Atacadista foi fundado em 1974, em São Paulo, e atende restaurantes, pizzarias, pastelarias, padarias, cantinas escolares, buffets, lanchonetes, bares, hotéis, supermercados, lojas de conveniência e outros tipos de negócios.
A expressiva participação do Assai Atacadista no mercado pode ser medida pelos mais de 40 mil m2 de área de vendas, 270 check-outs, 11.500 itens comercializados em cada uma das lojas, média mensal de 1,2 milhão de transações realizadas nos caixas e mais de 3 mil empregos diretos gerados em toda a rede.
Escrito por Diego Maia às 12h40
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Casas Bahia estréia no Espírito Santo
Rede bate recorde histórico ao inaugurar nove filiais em um mesmo dia em sete cidades
A estréia da Casas Bahia - líder nacional no setor varejista de eletrodomésticos, eletroeletrônicos e móveis – no estado do Espírito Santo, no próximo dia 10 de dezembro, será histórica para a rede: no mesmo dia e ao mesmo tempo serão inauguradas nove filiais em sete cidades, no único estado do Sudeste onde a rede ainda não possuía lojas.
As lojas capixabas ficarão instaladas nas cidades de Linhares, Serra, Colatina, Guarapari, Cachoeiro do Itapemirim , Vila Velha e Cariacica (estas duas últimas com duas filiais cada uma). O quadro de colaboradores nas lojas e no Depósito da rede, localizado na cidade de Serra, pronto para se dedicar totalmente ao freguês capixaba, totaliza mais de mil profissionais.
Estarão presentes ao evento de abertura das filiais o Diretor Executivo da rede, Michael Klein, o Diretor de Lojas, Marcelo Igreja, lideranças políticas locais, demais executivos da empresa, parceiros comerciais além de cantores nacionalmente conhecidos, como as duplas sertanejas Gian & Giovani; Hugo & Tiago, Cesar & Paulinho; o grupo Terra Samba, a BandaMel, além de artistas regionais.
“Em 55 anos de história é a primeira vez que a Casas Bahia entra em um novo mercado inaugurando nove lojas ao mesmo tempo e no mesmo dia. Isso prova que acreditamos no mercado capixaba e estamos dispostos a oferecer os melhores preços e condições de pagamento, a exemplo do que já fazemos nas demais lojas da rede”, comentou Michael Klein, Diretor Executivo da Casas Bahia.
O dia de inauguração das filiais no Espírito Santo contará com uma logística toda especial: as lojas abrem, todas, às 8h. A primeira a ser visitada pela diretoria da empresa será a de Cariacica, na av. Expedito Garcia, 147, no bairro de Campo Grande. A partir desta, a comitiva se deslocará para as demais cidades e visitará todas as lojas (vide abaixo), encerrando o roteiro em Colatina. “É importante prestigiarmos cada um dos novos colaboradores em todas as cidades, além de receber os novos fregueses e de estarmos próximos da população local”, ressaltou Klein.
Fundada há 55 anos, a Casas Bahia tem um quadro de 55 mil colaboradores, e conta com 564 lojas distribuídas por 10 estados brasileiros: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Goiás, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Espírito Santo, além do Distrito Federal. A rede projeta faturamento para 2007 da ordem de R$ 12,5 bilhões.
Escrito por Diego Maia às 17h45
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FALTA DE DIÁLOGO ENTRE INDÚSTRIA E VAREJO AINDA PREJUDICA O CONSUMIDOR
Maior integração entre representantes dos dois setores ajudaria a reduzir a falta de produtos nas gôndolas e aumentar competitividade das lojas
O consumidor vê uma campanha de um produto na TV feita pelo fabricante, mas quando vai à loja não o encontra na prateleira. Ou, seduzido pelo folheto de propaganda com ofertas mais que atraentes, chega ao estabelecimento e tem uma grande decepção, pois o item já está esgotado mesmo antes do final do período promocional. Essas e outras situações são mais corriqueiras do que se imagina e diminuem a lucratividade tanto da indústria quanto do varejo, porque do outro lado do balcão o consumidor não é ingênuo e, com algumas exceções, não faz cerimônia em “trair” a fidelidade que tem ao produto, à marca e principalmente à loja onde não encontrou o item desejado.
Para o superintendente da ECR Brasil, Cláudio Czapski, essas situações ocorrem por causa da falta de alinhamento de estratégias e táticas conjuntas entre varejo e fabricantes. Segundo ele, os grandes riscos quando cada um faz suas previsões e planos, sem compartilhá-las com seus parceiros de negócios, são as faltas ou excessos de produtos, especialmente quando se trata de ocasiões especiais que fogem à rotina das lojas, como nos lançamentos de novos produtos, promoções etc. Esse, inclusive, é um dos temas de um conjunto de estudos promovidos pela entidade com vistas a diminuir as rupturas no varejo.
“Muitas vezes ações do ponto-de-venda não são comunicadas com antecedência para que a indústria possa ajustar a sua produção e logística. Em outras, existe uma incompatibilidade entre as previsões de entrega da indústria para os centros de distribuição e destes para as lojas. Mas o problema gerado pela falta de sinergia não se limita apenas à produção e entrega dos produtos. A inexistência de planejamento e a não execução de estratégias comuns entre ambos os setores afeta todo um conjunto de ações, pois o varejista terá uma grande dificuldade para preparar a loja de forma adequada em termos de displays a serem utilizados, o número de promotores necessários etc. Essas deficiências certamente refletirão nas vendas”, analisa Czapski.
A fim de evitar esses tipos de problemas, de acordo com Czapski, a indústria e varejo precisam se empenhar e montar uma base comum de informações, discutir as expectativas de venda, combinar as ações comerciais e planejar a logística para evitar a falta de produtos nas prateleiras. “O resultado final é o aumento da lucratividade e a satisfação do consumidor”, ressalta o superintendente da ECR Brasil.
Escrito por Diego Maia às 17h16
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